Text

Am I the only one?

Well, when I am looking at Michael’s face at some photos I look into his eyes and…I start crying. The thought that he is in heaven is really good but…. I won’t see him smiling anymore and that makes me want to cry.

Also, I was listening to “Queen - No One but you” I know is about Freddie but I can’t help thinking in Michael too.

Just wanted to say this. Sorry for the poor English.

Photo
droberson1104:

TOTAL EYE FUCK!!!!XD

droberson1104:

TOTAL EYE FUCK!!!!XD

(Source: doggone-lover, via brianmayspenguin)

Text

Tumblr isn’t delivering my asks to MJ-rocks ): Stupid Tumblr

I have too many things to tell her, and Tumblr doesn’t cooperate.

Chat

If you don't know anything about me yet...

  • 1: Picture of yourself
  • 2: A description of my self-esteem
  • 3: My favorite book
  • 4: Biggest Turn Offs
  • 5: Biggest Turn Ons
  • 6: Most famous person you've met
  • 7: What I want to be when I'm older
  • 8: My relationship(s) with my sibling(s)
  • 9: Relationship status?
  • 10: What I did yesterday
  • 11: What I'm doing today
  • 12: What I'm doing tomorrow
  • 13: Most embarrassing moment
  • 14: Description of who I like
  • 15: Biggest insecurities?
  • 16: Something I wish I could change about myself
  • 17: I'll love you if...
  • 18: Something I'm really good at
  • 19: Something I'm really bad at
  • 20: What I wish for at 11:11
  • 21: A reason I've lied to a friend
  • 22: Favorite Movie
  • 23: Something that has made you mad recently
  • 24: A random fact about yourself
  • 25: Question of your choice
Photoset

moonwalkingmj:

butterflies—inside:

curls-for-his-girls-mj:

jaba-the-slut:

HOW IS SHE GONNA BE SO FUCKING LUCKY?

All my fricken emotions at once, 

Jealousy, rage, anger, JEALOUSY, Butterflies, tingles, JEALOUSY.

mm, loser. coughcoughcoughcoughlololcough.

(Source: hollywoodtonightyeah, via music-thestrongestformofmagic)

Photo
becky-mj:

Michael poses for Stevie Wonder to take his photo at the Motown Museum. Prior to their visit Michael and Stevie had been in South Africa for Nelson Mandella’s birthday where Stevie had played and sung Happy Birthday. In the vid you can see Michael singing along.
http://www.youtube.com/watch?v=PkDn_NVkqXM
Stevie told a story in 2006 that while they were on a Safari trip together, along with the late Syreeta Wright,and Jazz player Najee that Michael wanted to check out the Lions. Michael kept wanting to get closer and all Stevie could hear was the Roars but Michael kept saying can we get closer! 
[Syreeta Wright was Stevie Wonders first wife and background vocalist on many of his songs as well as being a successful recording artist in her own right. Syreeta died in 2004 aged 57.]

Text and photo by UK Loves MJ. ♥


Wait….How did Stevie Wonder take a photo? I mean…he’s blind….How? 

becky-mj:

Michael poses for Stevie Wonder to take his photo at the Motown Museum. Prior to their visit Michael and Stevie had been in South Africa for Nelson Mandella’s birthday where Stevie had played and sung Happy Birthday. In the vid you can see Michael singing along.

http://www.youtube.com/watch?v=PkDn_NVkqXM

Stevie told a story in 2006 that while they were on a Safari trip together, along with the late Syreeta Wright,and Jazz player Najee that Michael wanted to check out the Lions. Michael kept wanting to get closer and all Stevie could hear was the Roars but Michael kept saying can we get closer! 

[Syreeta Wright was Stevie Wonders first wife and background vocalist on many of his songs as well as being a successful recording artist in her own right. Syreeta died in 2004 aged 57.]


Text and photo by UK Loves MJ. ♥


Wait….How did Stevie Wonder take a photo? I mean…he’s blind….How? 

(via lidean)

Text

Depoimento vindo direto do túmulo

Bom, eu não sei por onde começar este texto.

Direi aqui que meu nome é Eduardo, mas saiba que esse nome não consta em minha identidade.  Vou adotar esse pseudônimo para preservar meu nome verdadeiro que, apesar de insignificante para o leitor, que jamais saberá de que cidade venho ou de onde escrevo…É importante para aquele que vos escreve permanecer com o nome no anonimato.

Desculpe, estou perdendo meu foco, acontece quando você é acostumado a escrever  sobre vários assuntos todos os dias. Mas, vamos direto ao ponto.

Como dito anteriormente, meu nome é Eduardo, nasci no interior de Minas (outra peça de minha realidade misturada com ficção) e sinceramente sinto falta daquela cidadezinha de interior, com apenas um supermercado e uma escola pública.

Aquilo sim era vida! Acordar as nove da manhã, fazer a cama, deixar pronto o dever de casa e finalmente sair para a rua para encontrar meu amigo Pedro.

Pedro era o tipo de amigo que eu sabia que nunca me deixaria. (Isso se comprovaria ainda mais com o passar dos anos). No auge dos meus oito anos eu confiara todos os meus segredos a ele e ele fazia o mesmo comigo, todas as preocupações profundas de meninos de oito anos que nem espinhas tinham eram discutidas todos os dias em meio a bolinhas de gude e sorvetes no verão.

Mas o que eu mais gostava era do ritual que criamos no nosso aniversário.

Por um incrível acaso do destino, eu e Pedro fazíamos aniversário no mesmo dia, uma ou duas horas me tornavam mais velho que ele. 

Então, todo dia 7 de abril, eu acordava e corria para a janela, lá havia um papelzinho meio amassado com uma bolinha de gude enorme e reluzente em cima.

No ano em que completávamos 9 anos de idade, o ritual se repetiu, porém era especial.

Eu acordei e corri para a janela, lá estava a bolinha de gude mais bonita que eu já vi na vida, com cores douradas, vermelhas, azuis e embaixo um bilhetinho.

“Feliz Aniversário, essa bolinha já ganhou de todos os meninos da rua de baixo.”

Eu vibrava! Era a “lendária” bolinha do meu amigo. Éramos conhecidos por toda a cidade (que se resumia a 900 habitantes) por sermos os melhores na bolinha de gude e como garotos normais, zelávamos por essa reputação. 

Então eu peguei um papel do meu caderno e anotei.

“Feliz Aniversário amigão! Aqui de presente a bolinha que eu juntei dinheiro por um mês para comprar.” 

Então, sem dores no peito nem dúvidas, eu tirei do meu balde a minha bolinha preferida e saí correndo de casa, para deixar na janela do quarto do meu amigo.

Posso dizer que esse ritual se repetiu por vários anos, mesmo nós dois crescendo e os interesses mudando, era uma coisa que gostávamos de fazer.

Então, no meu aniversário de 19 anos eu corri para a janela e lá estava meu presente.

“Feliz Aniversário seu tosco, aqui uma bolinha que eu adorava jogar” 

Eu corria e fazia o mesmo com ele.

Porém a vida fez questão de nos levar para caminhos diferentes, eu fiz faculdade de Jornalismo no Rio de Janeiro e meu tão querido e inseparável amigo Pedro foi trabalhar como engenheiro naval no porto de Rio Grande.

Mas, mesmo estando longe fisicamente, eu e ele continuávamos inseparáveis, toda semana chegavam cartas e cartas dele, eu as respondia na mesma quantidade e riqueza de detalhes.

As novas tecnologias chegavam ao mercado, mas apenas trocamos um ou dois e-mails antes de retornarmos a nossas amareladas cartas que depois eram guardadas com tanto carinho.

Então, algo inesperado aconteceu. Eu não sei até hoje se algum dia estaria preparado para aquela notícia.

Eu havia mandado uma carta para ele contando uma repercussão negativa de um conto meu no jornal local e esperava sua resposta entusiasmada.

Porém a carta que eu recebi não havia a grafia dele. Era formal e desconhecida. Até hoje só li essa carta uma vez, foi suficiente para absorver tudo que ela queria me transmitir.

“Caro Eduardo,

Quem vos escreve é Ana, irmã de nosso querido Pedro.

Sinto em lhe informar que ele faleceu nesta manhã, resultado de vários anos fumando, ele já se encontrava doente há alguns meses.

Sei como vocês dois eram próximos e sei que onde quer que ele esteja, ele está olhando por você.

O enterro dele é amanhã, você pode comparecer, mas sei que ele entenderá se não puder.

Com carinho,

Ana”

Sei que fiquei parado por uma hora, com aquela carta nas mãos e as lágrimas escorrendo por meu rosto.

Como? Como meu companheiro de primeiras aventuras, meu confidente, meu irmão, meu cúmplice, como ele não estava mais ali?

Como eu não receberia mais cartas dele? Como eu não seria agraciado com suas histórias mirabolantes e divertidas?

Isso não podia estar acontecendo. Então corri para uma dessas casas cheias de computadores com seus números e pedi socorro a um jovem tedioso.

“Garoto! Me deixe usar isto!” Talvez por causa de meu tom o rapaz se levantou rapidamente.

O pouco que eu sabia mexer nestas máquinas me ajudou a encontrar a realidade cruel.

Lá estava ele, na lista de óbitos da minha não-mais-pequena cidade natal.

Não pude parar de chorar naquela noite. Por que ele nunca mencionou a doença? Ele mentira dizendo que havia parado de fumar….Que desgraçado! Agora eu estava sozinho nesse mundo.

Sem meu melhor amigo eu não era ninguém.

Então eu decidi que devia me despedir dele, fui olhar no aeroporto qual o primeiro avião do outro dia.

Foi quando eu percebi.

No outro dia eu estava de aniversário.

Ele também estaria.

Nós dois faríamos 30 anos.

Merda Pedro!

Comprei as passagens, incrédulo de que daqui a poucas horas veria pela ultima vez o rosto antes sorridente de meu amigo.

Ao chegar em Rio Grande, a cidade para mim era funesta, não haviam crianças brincando, mulheres vindo do mercado, nada.

Fui direto ao cemitério e uma depressão abateu-se sobre mim.

Mas nenhuma sensação foi tão terrível quanto ver meu amigo, encaixotado.

Lá estava ele, de terno, as mãos no peito e o rosto tentando aparentar um semblante sério.

Nem morto ele conseguia parecer sério.

Fui recebido com olhares confusos e desconfiados, ninguém me conhecia, eu não queria conhecer ninguém.

Só olhava para o meu melhor amigo.

Nunca mais ouviria a voz rouca dele, nunca mais receberia suas cartas.

Isso dói.

Mas eu não havia ido ali de mãos abanando.

Quando tive oportunidade, fiquei sozinho com meu amigo.

As lágrimas vinham, era inútil evitá-las.

Então, delicadamente, eu tirei do meu bolso um papelzinho retangular.

Com uma bola de gude amarrada por uma fita vermelha.

“Feliz Aniversário amigo. Vou sentir sua falta. Essa era a sua favorita.”

E coloquei-a no bolso do terno que ele trajava, perto do coração.

Com um grande aperto no peito, afaguei os cabelos dele mais uma vez e beijei-lhe a testa.

Andei alguns passos em direção a irmã dele que havia sido atenciosa em me escrever uma carta.

Antes que pudesse agradecer, ela caminhou até minha pessoa.

-Você era especial para ele.

-Ele também era especial para mim. Continuará sendo. Carregarei-o em meu coração.

Ela sorriu e abriu a bolsa.

-A última coisa que ele me pediu…foi que entregasse isso para você.

Ela tirou um embrulho vermelho da bolsa e entregou para mim.

Com as mãos trêmulas eu abri o pacote, não acreditando na genialidade de meu amigo.

“Feliz Aniversário amigo. Talvez eu não esteja com você para comemorarmos nossos 30 anos, eu estou meio impossibilitado, mas não podia falhar com você.

Aqui, esta bolinha de gude era sua favorita, lembra quantas vezes nós ganhamos os campeonatos do bairro com ela? Espero que realmente chegue às suas mãos.

Não quero você chorando por mim, estarei no céu, esperando você chegar para sentarmos em uma nuvem e discutirmos sobre a ineficiência dos correios em entregar nossas cartas um para o outro.

Pedro”

(aym e m.a)

Photo
theoneinthemirror:

omgoshitskabs:

ROFLMBOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO

Oh no it’s back! LOOOOL!!! xD

theoneinthemirror:

omgoshitskabs:

ROFLMBOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO

Oh no it’s back! LOOOOL!!! xD

(via mercuryandjackson)

Photoset

My little collection

Text

E ele olhava. Olhava enquanto ela descia a rua em seu passo tímido e desajeitado, como daquelas meninas que recém adotaram o salto alto para se sentirem mais velhas.

E ele sorria, sorria com a forma que ela andava, jogou o cabelo duas vezes, pegou o celular….Ele sabia que ela estava evitando olhar para trás, sabia que ela não queria encontrar os olhos dele mirando os seus.

E como ele amava aqueles olhos! Verdes, como uma manhã de primavera…Ele poderia passar horas olhando-os e nunca se cansaria, haveria sempre um canto novo para olhar, haveria sempre uma flor a mais para desabrochar naqueles olhos.

E o sorriso dela? Era aquele sorriso de tirar o fôlego, derreter iglu…Mas ela pouco o usava, talvez isso deixasse ele tão bonito, tão enigmático.

“Ei, menina! Qual o segredo do seu encanto?” Ele pensou em correr até ela e pegá-la pela mão. Mas para quê? Ela não o sentiria.

E isso era uma grande injustiça! Ele queria fazer com que ela o notasse, o enxergasse na multidão…Mas não! Ela nunca o veria, droga de cordas.

Cordas? Sim, as cordas do destino, que o prendiam àquela condição, ele estava fadado a nunca ser visto, a ser atravessado nas calçadas lotadas, a nunca ter carros que parassem por ele…a nunca receber um bom dia de um velho senhor que abrira a padaria…Ele simplesmente não existia.

Opa! Onde fora a garota que ele admirava no início daquele dia chuvoso?

Ele procurou por algumas esquinas, desolado, será que perdera o motivo da alegria do seu dia?

Ah! Deus seja louvado! Ele a achara! Ali estava ela, bebericando um café enquanto lia um livro.

Ele puxou uma cadeira e se sentou ao lado dela na mesa, admirando o olhar concentrado que ela tinha.

Ela seguiu lendo o livro, a rua estava movimentada, mas ela tinha tempo antes de ir para a faculdade, ninguém estava por perto para perturbá-la, a cafeteria recém abrira, ela era a primeira e única cliente.

Ela nunca viu seu admirador anônimo.

Uma pena, pois ele a olhava com tamanho sorriso, com tamanha admiração! Qualquer um que passasse (e claro, tivesse a capacidade de enxergá-lo) veria o quanto ele a amava.

Eles faziam um casal bonito, ele tinha cabelos castanhos encaracolados, um sorriso que formava covinhas e os olhos azuis.

Ela era a deusa grega dele, mas agora, ela lia um livro e ele resolveu saber no que sua musa se interessava.

“E o amor continuou, mesmo longes, mesmo sem se ver, eles sabiam que sempre pertenceriam um ao outro.”

Ele viu o sorriso que se formou no canto dos lábios dela quando ela pegou uma pequena foto que carregava na carteira.

Duas crianças, uma menina e um menino. A garota com os olhos verdes e cabelo longo, o menino com os olhos azuis e cabelo encaracolado.

Ela suspirou, dois dias depois daquela foto o amigo foi morto por um motorista bêbado. 

E todas as noites ela rezava para que ele estivesse bem.

E ele estava.

Bem ao seu lado.

(aym)